Custos de produção de suínos sobem em julho
O Índice de Custo de produção de Suínos, o ICPSuíno, subiu 2,82% em relação a junho, fechando em 431,75 pontos.
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O Índice de Custo de produção de Suínos, o ICPSuíno, subiu 2,82% em relação a junho, fechando em 431,75 pontos.
Os números foram apresentados durante a reunião anual do Grupo para Comparação dos Custos de Produção na Suinocultura.
Em algumas regiões do Sul do País e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal.
As vendas externas dos produtos suinícolas in natura tiveram forte incremento de junho para julho.
O painel traz dados de importações, exportações do agronegócio e insumos. Os dados serão atualizados mensalmente.
Abate de suínos cresce 6,6% na comparação anual e 2,6% no trimestre.
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Cadastre-seJá é usuário?Projetos que estão sendo implantados ou estão em execução tanto na produção de leitões e matrizes, quanto na expansão de abate.
Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos.
O destaque foi para as vendas externas de milho.
A intensificação das compras de novos lotes de animais para abate, devido à maior demanda doméstica, e a oferta mais controlada têm impulsionado os valores.
Os produtores de milho deverão colher na segunda safra do cereal 87,4 milhões de toneladas na temporada 2021/22.
É preferível aguardar para negociar nas próximas semanas, visto que a tendência é de redução no frete rodoviário, devido à finalização da colheita do milho.
Os consumidores estão cientes do avanço da colheita e da capacidade limitada de armazenagem, favorecida pelo clima.
As vendas externas dos produtos suinícolas in natura tiveram um forte incremento de junho para julho.
Os preços da soja subiram no mercado doméstico, diante das altas internacionais.
O aumento está atrelado às recentes altas do mercado internacional, à maior demanda externa pelo cereal brasileiro e aos baixos estoques de compradores domésticos.
De acordo com o relatório global de carne suína do Rabobank do terceiro trimestre, a peste suína africana, a inflação e as políticas desafiam o crescimento enquanto as perspectivas comerciais aumentam.
De acordo com a entidade, projeta-se um crescimento moderado da produção e queda para as exportações do Brasil, México e Chile. Por outro lado, estima-se um crescimento significativo nas importações do México, Argentina, República Dominicana, Uruguai e El Salvador.
As cotações do suíno vivo recuaram nos últimos dias devido ao enfraquecimento da demanda pela carne na ponta final.
Projeta-se um decréscimo de 0,8% para os Estados Unidos. Por sua vez, o México superaria o Canadá e a Coreia do Sul neste indicador.
Para o milho, a produção e o comércio internacional devem ser reduzidos a uma oferta menor de Estados Unidos, União Europeia, Rússia e Ucrânia, enquanto, para a soja, mantêm projeções recordes para as safras sul-americanas e estimam queda significativa nas exportações norte-americanas.
A desvalorização doméstica esteve atrelada à menor demanda externa, ao enfraquecimento da procura por parte de indústrias internas e à queda dos prêmios de exportação.
Este incentivo é um reconhecimento à suinocultura, pois ela representa, em média, 30% da produção agropecuária da cidade.
A queda no preço do milho e a valorização do suíno vivo entre junho e a parcial de julho vêm sustentando um cenário mais favorável ao produtor.
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